terça-feira, 23 de maio de 2017

Novas regiões metropolitanas do Brasil.

Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil
Foto: divulgação/USP-Rib. Preto.

No segundo semestre do ano passado, foram criadas três novas regiões metropolitanas no país: a de Ribeirão Preto (SP), a de Sobral (CE) e a rondoniense, em torno da capital, Porto Velho.  A informação consta da listagem semestral dos municípios brasileiros que compõem as regiões metropolitanas do país (RMs), divulgada hoje (23)  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o IBGE, as regiões metropolitanas e aglomerações urbanas são recortes instituídos por lei complementar estadual, de acordo com a determinação da Constituição Federal de 1988, “visando integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum”. É competência dos estados a definição das regiões metropolitanas e aglomerações urbanas, nos termos do Artigo 25, Parágrafo 3° da Constituição Federal.
Pelas informações relativas a 31 de dezembro do ano passado, a Região Metropolitana de Ribeirão Preto, abrange 34 municípios e foi instituída pela Lei Complementar nº 1.290, de 6 de julho de 2016. A Região Metropolitana de Sobral foi criada pela Lei Complementar nº 168, de 27 de dezembro de 2016, e tem 18 municípios. A RM rondoniense inclui, além da capital Porto Velho, o município de Candeias do Jamari, conforme Lei nº 3.654, de 09 de novembro de 2015.
Com a nova revisão anunciada pelo IBGE, o país passou a contar com 69 regiões metropolitanas, sendo a Paraíba o estado com maior número de regiões metropolitanas (12), seguida por Santa Catarina (9) e Alagoas (8).
A nova revisão do IBGE não traz mudanças nas listagens de municípios das regiões integradas de desenvolvimento (RIDEs), que são regiões metropolitanas que se situam em mais de uma unidade federativa. A competência de criar RIDEs é da União, dada pelo Artigo 43, Parágrafo 1° da Constituição Federal. Constam no registro as RIDEs de Petrolina/Juazeiro, a da Grande Teresina e a do Distrito Federal e Entorno.
Edição: Lidia Neves

sábado, 20 de maio de 2017

Morre Kid Vinil, um ilustre cedralense.

Foto: Alessandra Gerzoschkowitz/EGO
Morreu em 19 de maio o cantor e radialista Kid Vinil. Seu nome era Antônio Carlos Senefonte, nasceu em Cedral em 10 de março de 1955, nos anos de 1980 foi destaque musical no Brasil com a música "Sou Boy", participou do grupo Magazine.
Kid Vinil foi cantor, radialista, compositor e jornalista, atuou como vocalista da banda Verminose e Heróis do Brasil. Sua estreia no rádio foi na virada de 70 para 80, seu programa  era às 22h de segunda-feira na Escelsior. Seu apelido se deve à junção de Kid Jensen, radialista da BBC e Kosmo Vinyl, empresário da banda punk The Clash.
Foi para são Paulo aos 11 anos, na cidade trabalhou como ajudante de sapateiro e office-boy. Gostava muito de música e ao 18 anos, quando estudava administração, conseguiu emprego na Continental, gravadora na qual ele chegou ao cargo de executivo.  


Discografia.
"Como membro do Magazine:
  • Compacto Simples: Soy Boy/Kid Vinil (1983, WEA/Elektra)
  • LP: Magazine (1983, WEA/Elektra)
  • Compacto Simples: Adivinhão/Casa da Mãe (1983,WEA/Elektra)
  • Compacto Simples: Tic Tic Nervoso/Atentado ao Pudor (1984, WEA/Elektra)
  • Compacto Simples: Glub Glub no Clube/Sapatos Azuis (1985, WEA/Elektra)
  • Compacto Simples: Comeu/Crucial (1985, WEA/Elektra)

Como membro do Kid Vinil e Os Heróis Do Brasil:

  •  LP: Kid Vinil e os Heróis do Brasil (1986, gravadora 3M)

Disco solo:
  •  LP: Kid Vinil (1989, RGE)

Como membro do Verminose:
  • LP: Xu-Pa-Ki (1995, independente)

Como membro do Magazine:
  • CD: Na Honestidade (2002, Trama)

Como membro do Kid Vinil Xperience:
  • CD: Time Was (2010, Kid Vinil Records)
  • DVD: Vinil Ao Vivo (2013, Galeão Discos)
  • EP: Kid Vinil Xperience (2014)"

Site Oficial de Kid Vinil ,http://www.kidvinil.com.br/biografia> Acesso 20/05/2017.
   

Com informações.
Folha de São Paulo. Cotidiano B3, sáb. 20 maio, 2017.
Site oficial d  e Kid Vinil.

terça-feira, 9 de maio de 2017

CHNs com código de segurança.

EBC-Agência Brasil.
Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil.
Título original. CNHs com código de segurança digital já estão sendo emitidas em todo o país.

Brasília - Contra fraude, a nova Carteira de Habilitação com o QR Code foi divulgada pelo Ministério das Cidades e pelo Departamento Nacional de Trânsito José Cruz/Agência Brasil

Desde o começo do mês, as carteiras nacionais de habilitação (CNH) brasileiras estão sendo emitidas com um novo item de segurança para dificultar fraudes e falsificações, o QR Code (do inglês, Código de Resposta Rápida).
Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), cerca de 300 mil carteiras já foram emitidas em todo o país desde 1º de maio. O velho modelo, sem código de barras bidimensional e dados criptografados, será substituído gradualmente, à medida que os motoristas forem renovando suas habilitações, que têm validade de cinco anos. A nova carteira não exige a substituição das CNHs cujo prazo de validade não tenha expirado.
De acordo com o diretor do Denatran, Elmer Vicenzi, a nova tecnologia permite que a foto do documento apresentado pelo cidadão seja comparada à imagem armazenada no banco de dados do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach). A checagem pode ser feita offline, permitindo que policiais rodoviários e outros agentes de segurança usem a tecnologia mesmo quando estiverem em rodovias e estradas distantes dos centros urbanos.
“O código permite a agentes de segurança pública e a qualquer outra pessoa conferir a imagem da carteira de motorista”, explicou Vicenzi, destacando que a nova carteira beneficiará também as atividades econômicas nos quais a CNH é requisitada para comprovar a identidade do portador, como bancos, estabelecimentos comerciais, entre outros.
“As informações que estão disponíveis no QR Code são as mesmas informações biográficas disponíveis na CNH, um dos principais documentos de identificação do cidadão. O QR Code é o primeiro elemento de segurança para a conferência das fotografias, já que a modalidade de falsificação mais comum é manter os dados biográficos [pessoais] do titular, mudando apenas a foto. Agora, qualquer pessoa interessada pode conferir a autenticidade do documento, o que traz segurança jurídica e agilidade aos negócios."
O Denatran não prevê nenhum custo adicional aos motoristas, mas, como a emissão da CNH é regulamentada pelos estados, caberá às unidades da federação regulamentar a taxa a ser cobrada.

Desenvolvido pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), o aplicativo (Lince) usado na leitura do código digital está disponível para o sistema Android e iOS e pode ser baixado no celular.

A diretora-presidenta da empresa pública de tecnologia, Maria da Glória Guimarães, reforçou a amplitude do uso da CNH, “um dos documentos mais seguros do país”. “Temos muitas utilizações para esse documento e é um marco partirmos para um modelo digital, que permitirá sua autenticidade.”
Fonte: 
Edição: Lílian Beraldo
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...